
Biro-Biro – O imortal da camisa 8
Hoje tive o grande prazer de conhecer uma figura especial, o cara que imortalizou a camisa número 8 do esquadrão corintiano na década de 80.
De vê-lo galgar pela cancha do Barão da Serra Negra, na minha saudosa Piracicaba, vem a primeira lembrança dentro de um campo de futebol.
Como se fosse hoje, a imagem do célebre meio de campo apresenta-se nítida e colorida na minha cabeça.
O tempo transformou aquela figura ímpar em um verdadeiro ícone do futebol brasileiro. Sua estrela brilha atualmente em comerciais de marcas famosas.
Biro-Biro é um cara diferenciado. Bem próximo dele senti toda esta diferença. Apesar da velocidade no contato, não deu para ficar muito com lero-lero, o romântico jogador mostrou-se simpático.
O gente boa parece não ter sofrido as conseqüências do tempo. Está igual ao guerreiro que outrora corria mais do que a bola para compensar a falta de categoria.
Mas o Biro-Biro é o Biro-Biro, vai ser craque sempre. É melhor até que o Maradona, segundo enquetes realizadas ano passado.
O que eu mais curti no folclórico atleta foi estar perto daquela cabeleira histórica. Ela também continua igual, como se os fenômenos da natureza não pudessem exercer qualquer tipo de influência sobre ela.
Ahh aqueles cachos que parecem oriundos do cruzamento de uma bananeira com uma samambaia.
Confesso que foi bom demais ver ele. Ele representa muito da cultura corintiana, cultura da maioria, cultura da massa.
O olhar ao camisa 8 transcende a figura do indivíduo. Trata-se de enxergar o coletivo, a maioria, a verdade de que sua ausência no cenário esportivo torna o jogo mais chato, mais pobre, sem aquela graça.
Hoje tive o grande prazer de conhecer uma figura especial, o cara que imortalizou a camisa número 8 do esquadrão corintiano na década de 80.
De vê-lo galgar pela cancha do Barão da Serra Negra, na minha saudosa Piracicaba, vem a primeira lembrança dentro de um campo de futebol.
Como se fosse hoje, a imagem do célebre meio de campo apresenta-se nítida e colorida na minha cabeça.
O tempo transformou aquela figura ímpar em um verdadeiro ícone do futebol brasileiro. Sua estrela brilha atualmente em comerciais de marcas famosas.
Biro-Biro é um cara diferenciado. Bem próximo dele senti toda esta diferença. Apesar da velocidade no contato, não deu para ficar muito com lero-lero, o romântico jogador mostrou-se simpático.
O gente boa parece não ter sofrido as conseqüências do tempo. Está igual ao guerreiro que outrora corria mais do que a bola para compensar a falta de categoria.
Mas o Biro-Biro é o Biro-Biro, vai ser craque sempre. É melhor até que o Maradona, segundo enquetes realizadas ano passado.
O que eu mais curti no folclórico atleta foi estar perto daquela cabeleira histórica. Ela também continua igual, como se os fenômenos da natureza não pudessem exercer qualquer tipo de influência sobre ela.
Ahh aqueles cachos que parecem oriundos do cruzamento de uma bananeira com uma samambaia.
Confesso que foi bom demais ver ele. Ele representa muito da cultura corintiana, cultura da maioria, cultura da massa.
O olhar ao camisa 8 transcende a figura do indivíduo. Trata-se de enxergar o coletivo, a maioria, a verdade de que sua ausência no cenário esportivo torna o jogo mais chato, mais pobre, sem aquela graça.
