10 de dez. de 2008


SONHOS POSSÍVEIS!


Nunca desista de seus sonhos! Mesmo aqueles que parecem intangíveis talvez possam um dia se tornar realidade.
Eles podem ser simples e previsíveis, surgindo aos poucos, de maneira lenta, como o retorno para a 1ª divisão, ou totalmente inacreditáveis, e aparecer de maneira rápida, totalmente inesperada.
Ronaldinho chegou e não consigo acreditar! Pareço não acordar!!! Este é, sem dúvidas, o sonho de todo torcedor apaixonado pelo seu time!
Ter um craque como o fenômeno compondo o escrete do seu coração é algo difícil de se imaginar! Trata-se de um sonho que faz até o mais pragmático dos seres viajar no imaginário.
Mal calçou as botas e os gols já podem ser percebidos no sorriso e esperança de milhões de torcedores fiéis.
O craque chega para mais uma vez mostrar que é o rei da superação. Nas arquibancadas além do carinho, sentirá a empatia com aqueles que sofrem, choram, mas que no final enchem o peito de orgulho e felicidade por fazer parte de um time realmente vencedor.
Da torcida muito mais do que incentivo e paixão, virá a garra do gavião, que levará mais uma vez o fenômeno a voar alto para o topo do mundo, da maneira que hoje muitos parecem não acreditar. Nunca desista!

6 de dez. de 2008

DIVINO TREINADOR

Como o assunto não sai de cena, o meu personagem da semana só poderia ser o novato treinador Edmilson, acusado, como um bandido pego em flagrante, pela mais pífia apresentação da história do nosso escrete.
Eis a sábia e casta verdade: Nosso promissor coach vem sendo massacrado por todos, de norte a sul, de leste a oeste, pela derrota do selecionado da TV, na partida inaugural da Copa.
Mal assumiu a liderança e todos já querem derrubá-lo, quebrar-lhe as pernas, jogá-lo na fogueira como uma das bruxas da inquisição.
Pois digo a todos que a grandeza do líder advém não apenas das vitórias instantâneas de uma batalha. Ele enxerga muita além, a jardas e jardas de distância, com o objetivo de vencer a guerra de maneira heróica, dramática, shakesperiana.
Parrudo e compresso como um combatente bárbaro, porém inteligente e meticuloso em suas decisões, Edmilson mais uma vez foi o grande nome da partida.
Conhecedor da equipe que tem nas mãos, o guia mais uma vez deu uma lição de incentivo e paixão. Trabalhou não os pés, mas a cabeça de seus liderados. Eis que, num súbito instante, um a um os jogadores transformaram-se em guerreiros, anjos da bola.
Estava evocada a áurea celestial da nossa equipe. A partir de então fomos para um plano exterior, que transcende o campo físico e vai muito além, atinge a esfera do espiritual. Neste momento todo e qualquer resultado materialista, terráqueo deixava de importar e ter sentido. Nosso escrete ficara acima do bem e do mal.
Nos transportamos ao campo do intangível, onde o placar elástico do resultado final representou não a derrota do jogo, mas sim a certeza de que somos realmente superiores.
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Texto-Homenagem ao meu companheiro de trabalho Edmilson - Foi treinador do escrete fronteiriço na abertura da Copa TV Fronteira de Futsal 2007. O time da TV tomou um chocolate frente a milhares de pessoas.

4 de dez. de 2008

QUEM GANHA JOGO É O JOGADOR!

Amigos, a conquista heróica do Colorado teve uma importância muito maior do que mostrar a superioridade do nosso futebol frente aos vizinhos da América do Sul. Este grandioso jogo pôs um ponto final sobre aquela famosa discussão: Quem ganha jogo? Jogador ou treinador?
Creio que depois de ontem esta pergunta nunca mais será proferida por todos aqueles que acompanharam a emocionante partida realizada no Gigante da Beira Rio.
Dentro de campo os atletas do Internacional deram um show de garra e vontade de vencer. Presenciamos belas jogadas, triangulações e reais situações de gol. Do outro lado um time que começou acanhado, mas que, no decorrer da partida, mostrou sua qualidade de finalista de um dos mais importantes torneios disputados neste continente.
Entre tantos potenciais protagonistas, meus holofotes se direcionam para um personagem, fora das quatro linhas. Até ontem acreditava que o Tite entendia um pouco de futebol. Na verdade ele nunca me enganou muito, apenas algumas vezes, quando vencia uns jogos pelo Timão.
Sacar o Andrezinho foi o prenúncio de um comando desastroso do “professor”. Eis que, passados alguns minutos, fez-se a revelação. Tirar o meia Alex, a estrela maior, o craque do time, sem que ele estivesse com qualquer problema físico ou cansaço foi, ao meu ver, umas das piores “mexidas” dos últimos tempos!
Ninguém entendeu! 100% da torcida e fãs do esporte não compreenderam o ocorrido. Nem no mais profundo dos devaneios poderíamos imaginar tal atitude partindo de um treinador. Esta confusa substituição deixou as claras a mais nova verdade do futebol. Depois de tantos erros ficou a certeza de que no esporte bretão quem ganha o jogo é realmente o jogador!
O Tite vai ter que agradecer ao Nilmar por muito tempo! Já pensou se ele perdesse essa final?

2 de dez. de 2008

Em campo.... Guiga Florez!!!
Quem sou eu?
Boleiro de plantão! Jogava muito mesmo!!! De segunda a segunda! Hoje bato uma bolinha esporádica, somente às terças-feiras, no SESI de Presidente Prudente, com meus companheiros da TV.
Sou fã mesmo é de cornetagem, adoro tirar sarro das belas jogadas que presencio nestes jogos.
Meu craque é o Nelson Rodrigues, rei da crônica esportiva! O camisa 10 na arte de lidar com as palavras! É nele que busco inspiração para poder fazer das letras um jogo diferente.
Meu conhecimento futebolístico não nasceu em berço esplêndido: Em meio aos berros de Galvão Bueno cresci e adquiri boa parte do meu saber esportivo. Ainda bem que sou um observador, um autodidata que busca enxergar a subjetividade até mesmo nos comentários de Falcão, representante mór da obtusidade que norteia boa parte da crônica esportiva nacional.
Tenho moral! Ao longo deste tempo consegui bagagem necessária para que meus argumentos e idéias sejam expressos com muita convicção. É por isso que coloco minhas opiniões com a mesma firmeza com que o centroavante pega a bola para bater um pênalti.