Daqui há duas semanas o escrete alvinegro entra em campo para mais uma importante batalha contra os sulistas. Trata-se da segunda parte do confronto mais importante que o Corinthians tem este ano.
Corinthians e final de Copa do Brasil promovem uma espécie de reação química no meu peito que parece ebulir, tocando minha mente de modo a estabelecer a cíclica lembrança que outrora marcou minha vida: Há 14 anos não solto mais rojões.
Pois foi de ver, ainda menino, o pé de anjo empurrar a redonda para as redes do tricolor gaúcho que senti uma das melhores manifestações de alegria destes bem assistidos 30 anos de futebol.
No auge da vibração resolvi soltar um rojão para externar ainda mais minha felicidade. Era um momento diferenciado! Cego pela emoção não percebi que o havia amarrado do lado contrário. Isso mesmo, amarrar! (Nunca fui um destes caras valentes que soltam rojão direto na mão. Eu os amarrava em um cabo de vassoura).
Pois bem, foi de ver meu irmão acendê-lo que se fez a revelação. Apontei o rojão em direção à praça que ficava em frente de casa, na minha querida Piracicaba. Neste instante meu irmão colocou fogo e, fascinados por aquele momento, fixamos nossos olhares para frente, com o propósito de ver o treco riscar o ar e explodir com toda aquela barulheira que carregava consigo.
Após rápidos segundos percebemos que o trem não havia partido, pelo menos para frente. Nos olhamos e, simultaneamente, viramos para a sala de casa. Ao lado do meu irmão mais novo uma bolinha girava soltando fumaça. Em menos de 10 segundos a sala havia se transformado numa verdadeira sauna.
Na verdade meus irmãos são paulinos consideraram como o inferno, mas para mim foi o paraíso, estava em meio as nuvens com o título conquistado.
A sala continuou em pé, mas confesso ter caído perante a coragem de voltar a soltar um rojão.
Corinthians e final de Copa do Brasil promovem uma espécie de reação química no meu peito que parece ebulir, tocando minha mente de modo a estabelecer a cíclica lembrança que outrora marcou minha vida: Há 14 anos não solto mais rojões.
Pois foi de ver, ainda menino, o pé de anjo empurrar a redonda para as redes do tricolor gaúcho que senti uma das melhores manifestações de alegria destes bem assistidos 30 anos de futebol.
No auge da vibração resolvi soltar um rojão para externar ainda mais minha felicidade. Era um momento diferenciado! Cego pela emoção não percebi que o havia amarrado do lado contrário. Isso mesmo, amarrar! (Nunca fui um destes caras valentes que soltam rojão direto na mão. Eu os amarrava em um cabo de vassoura).
Pois bem, foi de ver meu irmão acendê-lo que se fez a revelação. Apontei o rojão em direção à praça que ficava em frente de casa, na minha querida Piracicaba. Neste instante meu irmão colocou fogo e, fascinados por aquele momento, fixamos nossos olhares para frente, com o propósito de ver o treco riscar o ar e explodir com toda aquela barulheira que carregava consigo.
Após rápidos segundos percebemos que o trem não havia partido, pelo menos para frente. Nos olhamos e, simultaneamente, viramos para a sala de casa. Ao lado do meu irmão mais novo uma bolinha girava soltando fumaça. Em menos de 10 segundos a sala havia se transformado numa verdadeira sauna.
Na verdade meus irmãos são paulinos consideraram como o inferno, mas para mim foi o paraíso, estava em meio as nuvens com o título conquistado.
A sala continuou em pé, mas confesso ter caído perante a coragem de voltar a soltar um rojão.

